em Economia, Imobiliária - Tempo de leitura: 3 minutos

Financiamento ou empréstimo? Essa é uma dúvida que muitas pessoas têm na hora de comprar um imóvel. E, muitas vezes, também confundem-se acerca da diferença entre eles. Financiamento e empréstimo são a mesma coisa? Qual apresenta as melhores taxas de juros? O que é preciso comprovar para acessar a linha de crédito? E, claro, para tomar uma decisão assertiva é preciso conhecer a fundo o que oferece um financiamento ou empréstimo e saber por que eles são diferentes.

Por isso, neste post, reunimos tudo o que você precisa saber antes de definir se vai comprar um imóvel por meio de financiamento ou empréstimo. Siga a leitura!

 

Como funciona um empréstimo?

O empréstimo é uma modalidade de crédito oferecido por instituições financeiras a pessoas físicas e jurídicas em que não é necessário justificar o destino do dinheiro. É uma operação marcada pela liberdade cuja única exigência é o pagamento dentro do prazo acordado. Nesta opção, você recebe diretamente o valor solicitado ao banco e pode usar da maneira que desejar: para comprar um carro ou um imóvel.

Pessoa fazendo os cálculos de juros.

É sempre importante avaliar as taxas de juros de um empréstimo.

Antes, há somente uma análise de crédito da pessoa que deseja fazer o empréstimo e, sendo essa avaliação positiva, é firmado um contrato para a efetivação da transação. No entanto, justamente por se tratar de uma operação mais simples, rápida e arriscada para as instituições financeiras, as taxas de juros são mais altas.

Empréstimo para a compra de imóveis

Fazer um empréstimo é ideal para quem precisa de um valor mais baixo para comprar um imóvel e para quem tem a possibilidade de pagar as prestações em um intervalo mais curto de tempo. Isso porque, como as taxas de juros nessa modalidade são maiores, quanto maior a quantidade de parcelas, maior será a quantia desembolsada para quitar a dívida.

Essa opção também é interessante para quem não tem como formalizar a compra do imóvel para a instituição financeira ou não tem como comprovar renda compatível com as linhas de crédito para financiamento — assunto que ficará mais claro no próximo tópico.

 

Como funciona um financiamento?

O financiamento de imóveis, por sua vez, é uma linha de crédito específica para quem deseja adquirir um espaço próprio e não pode pagar à vista. Ou seja, o dinheiro deve ser destinado impreterivelmente para a compra de imóveis e somente é liberado se for comprovado o destino. O valor também não passa pela mão do requerente. Vai direto para as mãos de quem está vendendo o imóvel.

Essa modalidade também tem exigências mais rígidas como a necessidade de comprovação de renda (quando o financiamento não deve comprometer mais de 30% dela); e avaliação do bem a ser adquirido (que precisa cumprir exigências como não ser casa de veraneio, sítios ou chácaras.

Por ser uma transação com menos riscos para quem empresta e, portanto, mais segura, o financiamento costuma ter taxas menores de juros se comparado ao empréstimo.

Conheça alguma das modalidades de financiamento oferecidas no mercado:

 

Financiamento por instituições financeiras

Bancos geralmente oferecem longos prazos para a quitação de dívidas com imóveis, podendo chegar a 360 meses. O comprador ainda pode usar o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) para dar entrada na compra, amortizar parcelas ou quitar o saldo devedor. As condições de pagamento são rígidas e não podem ser alteradas durante o pagamento. Geralmente, os bancos só financiam imóveis que já estão prontos.

Para a aprovação desta linha de crédito, há uma grande burocracia e uma taxa de juros de aproximadamente 12% ao ano, acrescidos das devidas correções de mercado.

Lembre-se de que empréstimo ou financiamento podem ser contratados em bancos, ok?

 

Financiamento com a imobiliária ou construtora

Esta é uma opção para quem busca mais flexibilidade na hora do pagamento e menos burocracias. Isso porque as construtoras e imobiliárias têm interesse em efetuar a venda do imóvel e não contam com um intermediador, como o banco, para concluir a transação.

Duas pessoas se cumprimentando com um aperto de mãos.

Mais flexibilidade e menos burocracia.

É possível comprovar renda com mais facilidade e negociar melhor a forma de pagamento. Há ainda a possibilidade de comprar o imóvel na planta já com o financiamento.

No entanto, geralmente, os juros são mais altos do que quando o financiamento é feito com o banco e o prazo para quitação da dívida mais curtos, chegando até 120 meses. O FGTS também não pode ser usado para dar entrada na compra, somente para amortização da dívida.

Seja no financiamento ou empréstimo, é essencial você observar as taxas de juros incididas em cada tipo de transação. Antes de adquirir o imóvel, análise ainda se as parcelas cabem no seu bolso e observe quais são os encargos em caso de desistência.

E agora que você já sabe a diferença entre um financiamento e um empréstimo, queremos saber: qual é a opção que parece mais vantajosa para sua realidade? 

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