em Imobiliária - Tempo de leitura: 2 minutos

Assim como qualquer área, o mercado imobiliário também possui seus termos e gírias específicas e o investidor de imóveis precisa conhece-los, assim como os corretores iniciantes, diante disso, separamos alguns termos utilizados no mercado imobiliário.

Conheça alguns deles e não fique perdido nas rodas de negócios.

 

1. VGV: Valor Geral da Venda

É a soma de todas as unidades de um empreendimento. Por exemplo: Uma loteadora possui um empreendimento com 20 lotes, no valor de R$ 100.000,00 cada. Neste caso VGV deste empreendimento é de R$ 2.000.000,00.

Ou seja, ele possui o potencial de gerar R$ 2.000.000,00 em receitas. Isso não é um cálculo fechado, podendo variar de acordo com as negociações.

O VGV é um indicador que auxilia na identificação do potencial comercial de um empreendimento.

 

2. ITBI: Imposto de Transmissão de Bens Imóveis

Este é um tributo municipal pago na aquisição de um imóvel. A venda só poderá ser concluída após o pagamento deste imposto.

O valor é uma porcentagem do valor venal do imóvel (que consta no carnê do IPTU) e pode variar de acordo com os municípios. Geralmente fica em torno de 2%.

3. INCC: Índice Nacional de Custo da Construção

Ele tem a finalidade de anteceder os custos das construções habitacionais. É utilizado nas correções de contratos e compra de imóveis enquanto eles ainda estão sendo construídos.

 

4. CUB: Custo Unitário Básico da Construção Civil

É o principal indicador para o setor da construção. Ele é calculado mensalmente e determina o custo global de edificações habitacionais em condomínio.

O CUB assegura aos compradores em potencial um parâmetro comparativo à realidade dos custos. Este indicador tem servido como mecanismo de reajuste de preços em contratos de compra de apartamentos em construção e até mesmo como índice setorial.

 

5. RI: Registro de Incorporação

O documento que garante diversas questões referentes ao empreendimento, como área de lazer, vagas de garagem, salões de festas e outras. É neste documento que estão todas as especificações do empreendimento.

 

6. Memorial Descritivo

É o documento que especifica os materiais que serão utilizados na construção de um imóvel, além de itens que farão parte da área comum de um condomínio por exemplo.

Contém os dados técnicos e a implantação do projeto. É fundamental o corretor ter uma cópia digital deste documento, pois é um dos itens mais solicitados por compradores.

 

 

7. Habite-se

Este documento também é emitido pela prefeitura. É um atestado de que o imóvel foi construído conforme as exigências presentes no RI. Após expedida esta documentação, o imóvel poderá ser financiado e habitado.
8. Escritura de Imóvel
A escritura é o documento que oficializa a transação de compra e venda. Ela representa o ato jurídico de transmissão de posse de um domínio de um imóvel. Para isso é necessário que seja registrada no Cartório de Registros de Imóveis.

 

9. CRECI: Conselho Regional de Corretores de Imóveis

É o órgão que regula e fiscaliza as atividade dos corretores de imóveis no país. Possui sede em Brasília, mas está presente em diversos estados brasileiros. Sem esse registro um corretor de imóveis está atuando ilegalmente.

 

10. Zoneamento Urbano

Também conhecido como Estatuto da Cidade, tem como finalidade delimitar áreas ou até regiões de um município com mais de 20 mil habitantes, determinando a forma de desenvolvimento de acordo com suas características.

Ele define, por exemplo, áreas residenciais, comerciais, industriais e de preservação cultural.

Você que é um investidor de imóveis, conhece algum desses termos ou utiliza alguns deles com frequência? Deixe nos comentários outros termos que você acha que poderiam constar aqui.

 

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